sábado, 27 de junho de 2009

Finalmente Japonês!

Desde que havíamos chegado, a esperança de vermos neve pela primeira vez era muito grande, pois a final estávamos no final do outono e as temperaturas por lá já estavam bem frias! E no segundo dia, nevou. Eu e Guga ficamos maravilhados! Do nada a chuva começou a cair mais devagar e o barulho havia sessado. Foi incrível! Infelizmente, ou felizmente, não nevou o suficiente para que a neve acumulasse nas ruas, mas o bastante para ficarmos encantados com a paisagem.





Neste dia também, durante mais uma busca por alimentação saudável, encontramos algo que procurávamos em todos os lugares que já havíamos passado: restaurante japonês "coma até morrer"! E o melhor, um preço bem acessível! Infelizmente estava fechado, o que não nos impedia de voltar para o jantar. Continuamos nossa programação, que agora incluia o jantar naquele restaurante.

Já era noite ( o que não quer dizer que era tarde), por volta das 17h, quando terminamos nosso passeio. Fomos então a caminho do restaurante, verificar se estava aberto e se realmente era o que pensávamos. Graças a Deus, estava aberto e era exatamente o que procurávamos. Entramos nos acomodamos e comemos. Comemos muito. Paramos um pouquinho. Voltamos a comer. Conversamos. E comemos... Este ciclo se repetiu inúmeras vezes e 4 horas depois, satisfeitos e felizes saimos do restaurante. Foi simplesmente sensacional!

Uma das poucas vezes que comemos bem em todas as nossas viagens!

Abraço

Alexandre

sexta-feira, 26 de junho de 2009

A fúria do panda adormecido!

Continuamos as histórias em Estocolmo. Desta vez, o fato ocorreu durante nossa primeira balada na cidade, logo em nossa primeira noite. Todos estavam ansiosos para provar da "hospitalidade" sueca.

Fomos a uma balada bem próxima ao hostel, que parecia bem animada. O lugar era grande, com área de bar com mesas e duas pistas de dança. Tudo corria bem, a música era boa, a "paisagem" incitava a pandelagem. E eis que surge uma mina, louca. Bem louca. Maravilhosa, mas "trêbada". Ela dançava... como posso dizer isso polidamente... hum: volupiosamente. Ela aparecia e desaparecia do nada. Alguém tinha que fazer algo. E eis que P3, repentinamente, toma a iniciativa e num ato caridoso ao tenatar ajudá-la a se levantar após um belo tombo, começa a conversar. A mina não pareceia muito interessada no papo e continuava dançando freneticamente de forma cada vez mais insinuante. P3, que gosta muito de conversar, tentou englobar P2 na conversa, que também gosta de conversar. Mal o apresentou e mina agarrou P2, dando-lhe um beijo. Não satisfeita a mina se vira para P3 que observava atônito e aplica-lhe o mesmo golpe. P3, muito ingênuo, deu o rosto para o beijo, o que resultou em uma bela lambida seguido de uma mordida no pescoço! Mas não parou por ai! 5 segundos depois ela se vira para P1 tentado o agarrar, que por sua vez esquiva-se perfeitamente, quase um Neo! Depois disso, e também de algumas quedas, ela sumiu e não a vimos mais.

Fomos caçados. Dois esquivaram-se. Um teve uma prova da "hospitalidade" sueca!

Abraço

P1,P2 e P3

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Um Mc'Donalds diferente em Estocolmo

Após um voo tranqüilo, chegamos a Estocolmo, capital da Suécia. Eu, Luiz e Guga nos separamos dos demais(estávamos em diferentes hostels). Famintos, procurávamos algum lugar para comer que não fosse muito caro e minimamente saudável, pois já haviamos almoçado no Burguer King em Stuttgart. Caminhamos por um tempo sem encontrar nada muito interessante, quando:

"Olha! Aqui o Mc'Donalds tem um nome diferente! IMILO..." - disse Guga todo feliz e já delirando de fome, tentando pronunciar aquela lingua do diabo!
"Caralho, Guga! I'm Loving It!" - disse Luiz, inconformado com tamanho déficit de atenção de nosso amigo tenista. O que foi mais engraçado é que também tentei ler da mesma maneira! Cedemos ao Mc'Donalds, onde comprovamos as atendentes mais gatas do planeta!

Mais tarde descobrimos que BK+Mc'Donalds formam uma combinação mortal em nossos organismos, gerando gases que "perfumaram" toda nossa estadia...

Abraço

Alexandre

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Pontualidade Relativa

A viagem para Estocolmo teve um número recorde de fatos que necessitam ser publicadas não só pelo humor da situação mas também pelo caráter inusitado dos mesmos. As histórias, independentes entre si, serão divididas em 4 partes.

Tudo começou ainda na Alemanha, enquanto estavamos a caminho do aeroporto. Partiríamos do aeroporto de Baden-Baden, pois afinal de contas, para pagarmos 25€ nas passagens ida e volta pra Suécia, terímos que utilizar aeroportos secundários e a Ryanair. Até ai sem problemas. Tivemos a compania de outros integrantes nesta viagem: Gabriel e Luigi, dois curitibanos, estagiários da Bosch que também moravam em Stuttgart.

O planejamento era pegarmos o trem saindo de Stuttgart e fazendo apenas duas trocas, com boas folgas de tempo. Porém, devido a contratempos, tivemos que pegar o trem seguinte, levando-nos a fazer 4 conexões com o tempo bem apertado. Até a segunda conexão tudo corria bem até que ao pegarmos a terceira conexão que com o trem lotado, problemas com as portas automáticas impediam que o trem partisse, atrasando em 15 preciosos minutos. Tal atraso prejudicaria a última conexão, um ônibus local. Se perdessemos aquele ônibus, teríamos que pegar um taxi onde gastaríamos mais que nossas passagens para Estocolmo! A situação estava tensa.

Para melhor entenderem a situação que se prosseguirá, caros leitores, tenham em mente que na Alemanha é totalmente natural que jornais estampem em sua primeira página fotos de mulheres totalmente nuas. Dito isso, durante a viagem, para quebrar um pouco a tensão que reinava, comentávamos sobre o jornal de um cidadão ao nosso lado. "Caramba! Que mulher gata!" "Verdade, que peitos hein!" eram os comentários. Até que alguém solta a pérola: "Pena que não tá mostrando a bucetinha!" e eis que logo em seguida um rapaz sentado logo atrás de nós vira em nossa direção e diz: "Por favor pessoal, mais respeito com minha namorada!" Após o susto inicial, rimos "que nem uma porca"! Quais eram as chances!?

Ao chegarmos, atrasados em 5 minutos, ao ponto de nossa última troca, onde pegaríamos o ônibus que nos levaria ao aeroporto, deparamos com o ponto vazio. O ônibus havia partido. O desânimo já nos abatia quando surge, do além, um ônibus. O nosso ônibus! Era um milagre! Ironicamente, no país da pontualidade, o ônibus atrasara pontualmente em relação ao trem! Daí em diante, nenhum imprevisto aconteceu. Partimos para Estocolmo, onde as mais maravilhosas loiras, tenras, com brancura intocada, nuas de biquíni, nos esperavam...


Abraço

Alexandre